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14/06/2018 16:53

Sinjilojas de Ji-Paraná se depara com feriados que atrapalham o fomento da economia do município

Esse ano o Sindicato dos Lojistas de Ji-Paraná (Sinjilojas), não conseguiu realizar a Convenção Coletiva 2018, devido algumas reivindicações que o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio (Sitracom) está fazendo, que é exigir o pagamento pela homologação, mas a nova Lei Trabalhista desobriga o comerciante de fazer a homologação no Sitracom, porém, o mesmo fechou um acordo com a Fecomércio que aceitou pagar pela homologação. O Sinjilojas foi contra essa situação, o que dificultou a fechar a convenção até o momento por não haver acordo. Isso reflete nos feriados que o Sitracom libera o comercio para trabalhar, sendo o Dia do Comerciário e Dia do Evangélico.  O Sinjilojas aconselha as lojas a fecharem as portas para não ter problemas Sitracom, mesmo sendo um feriado inconstitucional decretado pelo Estado.

Segundo Osmar Farinácio, presidente do Sinjilojas, o sindicato deixará disponível na Câmara de Dirigentes Lojistas de Ji-Paraná (CDL), a partir dessa quinta-feira (14), um abaixo assinado para que os comerciantes e empresários que forem contra o pagamento da homologação, possa estar assinando o documento. Mas os comerciantes que concordam em continuar pagando à homologação que é feita pelo Sitracom, a convenção fechará dessa forma antiga.

O Sinjilojas cumpre corretamente os feriados que são obrigatórios a fechar as postas sendo: 01 de Janeiro, 01 de Maio, 07 de Setembro, 02 de Novembro e 25 de Dezembro. Já os obrigatórios municipais que as lojas também não podem funcionar são: 16 de agosto/Dia do Padroeiro e 22 de novembro/Aniversário de Ji-Paraná. Os demais feriados os funcionários podem trabalhar 6 horas corridos, pagando 100% de hora extra, dessa forma foi acordado nas convenções anteriores.

“O país do jeito que está necessitando trabalhar e produzir, os funcionários precisando trabalhar para pagar a casa, financiamento entre outras dívidas e despesas, e o Sitracom vem num mês de Copa do Mundo onde o comércio acaba trabalhando pouco, e ainda impede às lojas abrirem no Ferido do Dia do Evangélico. Desse jeito fica praticamente impossível de fomentar a economia, e dos funcionários conseguirem faturar um pouco, já que muitos além do salário contam com as comissões das vendas,” disse Osmar Farinácio.

Fonte: Assessoria - CDL/Ji-Paraná


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